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  • Renata Quirino

O fim do mundo – hipóteses e revelação


O fim do mundo é descrito de diversas formas, com múltiplas possibilidades. Daqui a bilhões de anos, o Sol se apagará, nos dizem os cientistas. O universo poderá entrar em colapso, relatam outras teorias. Enquanto isso não acontece, poderá ocorrer choque de cometas com o planeta Terra, como já houve no passado. Também o ser humano poderia ser o causador de uma devastação suficiente para exterminar a vida da Terra, como uma terrível guerra atômica ou o descuido irreversível causado pela crescente poluição ambiental. Outra possibilidade, como já preconizou a ficção científica, seria o surgimento de uma enfermidade incurável, causada por um vírus desconhecido ou por efeitos colaterais de novas vacinas para combater tais vírus.

Quantas mortes causadas pela pandemia do Coronavírus! Tantas outras mortes decorrentes de suas consequências: fome, aumento da criminalidade e da violência, desavenças familiares... Seria o início do fim do mundo? Causa-me angústia só em pensar o que poderia ser este mundo que aí está sem vida inteligente para desfrutar de tanto avanço que a mente humana alcançou. Pensemos na cultura. Tantas obras de arte expostas a nenhuma contemplação: esculturas, pinturas, arquitetura... Tantas músicas clássicas e populares, óperas, balés, sinfonias sem ninguém que as escute ou as assista... Pensemos nos avanços tecnológicos. Pensemos ainda no avanço do pensamento humano, através da literatura, das ciências, das filosofias, das teologias. O que seriam dos museus e bibliotecas a cultivar mato? Faz dó só em pensar!


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